Projetos de Sustentabilidade – Salvação da Amazônia

Salvação da AmazôniaCom o aumento dos problemas ambientais e os cataclismas climáticos ao redor do planeta, a comunidade internacional chegou a conclusão que conservar as florestas tropicais e proteger os ecossistemas ao redor do mundo era algo a ser incentivado e que valia a pena economicamente.

Já num segundo estágio, além das idéias, os empresários começaram a perceber que muito mais do que um simples discurso ecologista; manter ou fomentar projetos de sustentabilidade visando criar ou manter práticas de exploração racional e sustentável das florestas tropicais e, especificamente da floresta amazônica; era um diferencial de lucratividade excepcional e que superava longe qualquer outra forma de participar desse movimento.

Assim, realizar projetos de sustentabilidade visando a garantia de uma convivência pacífica entre populações humanas e a selva tropical passou a ser um excelente negócio para empresas nacionais e multinacionais que entenderam a importância que representa essa retomada de valores ecológicos pelos grandes mercados consumidores e pelos formadores de opinião.

Desta forma, ao invés de simplesmente entrar na selva e derrubar milhares de árvores indiscriminadamente e, mesmo efetuando vendas, arcar com altíssimos custos provocados pelos pagamentos de propinas e pela necessidade de cooptação e de disfarce cada vez maior do produto final; as empresas perceberam que implantar projetos de sustentabilidade que apoiassem a extração de madeira de forma viável ecológica e economicamente; as grandes empresas perceberam que tomando esse rumo poderiam eliminar os custos da dissimulação da ilegalidade e aumentar a penetração de seus produtos e agregar um valor maior ainda a eles.

O investimento forte em pesquisa científica; a formação de pessoal local qualificado e a influência positiva de toda essa estrutura nas comunidades locais; transformaram os projetos de sustentabilidade realizados na Amazônia um sucesso econômico “de público e de crítica”. O que, certamente, só vem contribuir ainda mais para a implantação de novos projetos e para a criação de uma nova mentalidade nas próprias comunidades que vivem próximas ou dentro das selvas tropicais. A mensagem é clara: explorar sem devastar é possível e viável economicamente. Para que devastar então?

Integrar eficientemente os valores sociais, ambientais e econômicos das populações envolvidas nos projetos de sustentabilidade; além de promover meios para que os impactos resultantes da exploração econômica das áreas sejam plenamente assimilados pela natureza deve ser a nova meta para as grandes corporações que desejem usufruir as benesses proporcionadas pela floresta e mesmo para as empresas de menor porte que podem participar decisivamente deste processo.

Garantir que os projetos de sustentabilidade realizados nas florestas tropicais e, especificamente, na Amazônia brasileira sejam pautados por políticas e por procedimentos claros e garantidos, quanto aos indicadores de sustentabilidade, é a condição básica para assegurar a preservação dessas florestas para as gerações futuras e, ao mesmo tempo, garantir a exploração racional e ecologicamente viável de suas riquezas biológicas e minerais. Princípios rígidos e métodos de aferição dos impactos provocados e das compensações aplicadas devem sempre ser aplicados a todos os projetos de sustentabilidade como forma de banir os falsos empreendimentos e garantir o isolamento, a descoberta e a punição exemplar dos aproveitadores e enganadores sempre de plantão.

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