Os Caminhos da Sustentabilidade nos Meios Urbanos

Caminhos da SustentábilidadeComo garantir que as grandes cidades brasileiras ou mundiais sigam caminhos que levem para a sustentabilidade de suas ações em relação ao meio ambiente em que estão inseridos. Políticas de reciclagem de lixo e de coleta seletiva, controle da emissão de poluentes por carros, ônibus, caminhões e indústrias; além de cuidados com o reflorestamento de encostas e a drenagem de cursos d’água são alguns exemplos de como políticas bem feitas e que atuem como normatizadoras e reguladoras desses sistemas poluidores.

Licenciar e fiscalizar constantemente as fontes poluidoras ou potenciais ameaças para a segurança do meio ambiente urbano além de promover a educação da população em geral para a importância da conservação de mananciais e o cuidado que devem ter quanto ao descarte de seus dejetos e bens inservíveis; é um ponto importante para definir os caminhos da sustentabilidade a serem traçados para que os aglomerados urbanos ganhem uma maior qualidade de vida sem que haja a necessidade de “socorros corretivos” e de enfrentar catástrofes ambientais provocadas pelo desequilíbrio desse ecossistema.

Cabe também aos governantes fazer com que todos os organismos governamentais da administração direta e indireta se engajem na luta e entendam a importância de seguirem determinadas metas e contribuírem com ações próprias para que os caminhos da sustentabilidade traçados como meta, pela administração, sejam trilhados com pleno e total sucesso. Além de difundir as ações e determinações levadas a cabo; sabendo que essas, não devem ficar restritas apenas aos órgãos responsáveis pelas políticas de meio ambiente. Buscando uma gestão muito mais efetiva e ágil e tomando decisões em total acordo com as meta traçadas pela administração central.

Executando projetos e construções somente após cuidadosos estudos que levem em consideração as características individuais de cada região; bem como sua fauna e flora locais; é sem dúvida a melhor opção para garantir que as metas traçadas pelo plano de sustentabilidade. Assim, os caminhos da sustentabilidade dos aglomerados humanos urbanos deverão ser traçados sempre em acordo com uma determinação central única. O que impedirá equívocos e problemas com entraves burocráticos de toda ordem que seriam um empecilho poderoso para a implementação eficiente dessas políticas.

Exigir que as empresas da área de construção civil, transportadoras, indústrias de curtimento de couro e celulose e outras grandes poluidoras que, por ventura, estejam estabelecidas no interior ou próximas ao perímetro urbano ou aos mananciais que abasteçam essas cidades; atuem de força eficaz e definitiva em relação aos problemas causados por seus efluentes. Que, como todos sabemos são de alto grau de periculosidade para o meio ambiente e para o sucesso de qualquer política de uso sustentável dos recursos naturais.

Dentro dos padrões que temos hoje em quase todas as nossas cidades, percebemos que as mudanças e as ações que deverão ser tomadas para que as cidades brasileiras trilhem, o mais rápido possível, os caminhos da sustentabilidade, passam por muito convencimento e muita educação tanto do povo quanto das autoridades políticas envolvidas. Entender que essas ações são muito mais do que meros custos adicionais e são investimentos em qualidade de vida; em economia de recursos e verbas com tratamentos de doenças provocadas pelas condições precárias em que inúmeras populações estão inseridas, na atual realidade de nosso país.

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