Sustentabilidade Social vs. Pobreza Extrema

Alteranativa para a Sustentabilidade do Meio AmbienteComo ter qualidade de vida, segurança, moradia digna, boas condições de vida e uma população que entenda seu papel e pratique boas condutas ambientais em qualquer parte do planeta? Muito simples; basta que essa população tenha todas as suas necessidades básicas mais importantes satisfeitas ou que consiga, através de seus próprios meios ou de outrem, satisfazê-las dentro de um prazo de tempo razoável. E isso é a síntese da sustentabilidade social.

Apoio e boas condições de ensino; prevenção de doenças e acompanhamento para crianças e idosos; oportunidades de trabalho e de geração de renda e a criação de uma mentalidade de respeito ao próximo são muito eficientes quando buscamos a criação e a propagação de um conceito de sustentabilidade mais amplo como a sustentabilidade econômica e ambiental. Esta é sempre a primeira coisa que deve ser leva em consideração na elaboração de qualquer projeto que procure uma visão sustentável para se constituir. Sem que essa sustentabilidade social seja atingida, as chances de um fracasso retumbante são muitas, caso a comunidade seja envolvida no projeto.

Perceber essa importância e compreender que comunidades imersas e problemas e em carências sociais serão totalmente impermeáveis ao conceito de sustentabilidade como algo mais importante do que suas necessidades imediatas; é a forma correta de garantir o avanço necessário e sustentável para a criação de um “ninho” onde o projeto possa vicejar.

Mas, infelizmente, em muitos países esse avanço vem sendo tolhido pela reticência de governantes e de empresários que acham que a sustentabilidade social é algo sem importância e que demanda muitos investimentos para tornar-se realidade. Por isso mesmo, querem implementar os programas de preservação e de sustentabilidade ambiental através de decretos e de legislações que prevejam pesadas penas. O que, é lógico, torna-se totalmente improdutivo quando se trata de comunidades miseráveis que lutam pelo simples privilégio de sobreviver até o próximo dia.

Por isso mesmo, percebemos claramente que a sustentabilidade social, ambiental e econômica (o triângulo da sustentabilidade) ainda estão muito longe de tornarem-se uma realidade e de serem aplicadas conjuntamente em qualquer empreendimento; seja ele governamental ou privado. Assim, prolongam-se os protestos e os discursos sobre o tema sem, contudo, verificar-se qualquer disposição real de implementar toda a abrangência que os conceitos exigem.

Assim, fica cada vez mais difícil levar a comunidades carentes de tudo a necessária gama de informações e conseguir a criação de um pensamento premente da importância de refrear-se o consumo de determinados recursos e de preservarmos o que pudermos para as gerações futuras. Para mudar essa realidade, os países mais ricos devem criar a consciência de que fatalmente serão necessários sacrifícios, em determinado momento, em seu modo de vida e a obtenção de recursos para que se torne possível distribuir um pouco mais de riquezas em forma de melhoria das condições gerais de vida das populações mais pobres; de forma a permitir que essas populações se encontrem em condições de entender a importância e de poder dar a devida relevância para os conceitos de sustentabilidade e preservação ambiental que tanto se fazem urgentes nos dias de hoje.

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