Imóveis Sustentáveis – Um Novo Paradigma

Imóveis SustentáveisAvanço da fúria consumista de nossa sociedade causou o pior pesadelo de nossos antepassados: Acabamos comprometendo a continuidade da vida em nosso planeta. Os efeitos da verdadeira chacina ambiental que promovemos em nosso mundo desde o início da Era Industrial cobraram seu preço na forma de secas, enchentes e diversos desastres climáticos violentos.

Com isso, os recursos naturais outrora abundantes, como a água e a energia elétrica, acabaram sofrendo um enorme revés em seu fornecimento. O planeta está carente de energia e anseia por formas alternativas de geração como um mendigo faminto anseia por um prato de comida. Áreas inteiras, outrora abundantes de água, hoje estão entregues a aridez e ao caos humanitário; com suas populações sendo obrigadas a deslocarem-se por milhares de quilômetros para obter o precioso líquido.

Em determinado momento, o alerta foi dado por um grupo de estudiosos preocupados com os rumos que nosso “mundinho” vinha tomando e o claro destino atroz a que esses rumos nos conduziam. Com isso, surgiu um novo paradigma e uma nova forma de tratarem-se antigas e consolidadas formas de se fazer as coisas. Uma dessas mudanças foi à forma como construíamos e pensávamos nossas habitações.

Imóveis Sustentáveis

Com isso, arquitetos e engenheiros começaram a mobilizar-se para travarem-se novos desafios e estabelecer formas de garantir uma forma mais sustentável de construção. Com isso, chegaram à conclusão de que imóveis sustentáveis. Ou seja, imóveis que fossem planejados e construídos de maneira a economizar ao máximo recursos importantes e que durante a sua construção fossem pensados de forma que os materiais necessários para tal fossem obtidos se forma mais verde possível. Sem agredir o meio ambiente e nem as comunidades dos locais de onde eram extraídos. Da mesma forma, a economia gerada com o correto uso dos materiais, um estudo detalhado para o aproveitamento de coisas como a água das chuvas e a força dos ventos no local da construção e uma destinação correta e adequada dos detritos produzidos na obra e após a habitação das unidades; causou a criação de um novo paradigma a ser seguido para os interessados em enveredarem pelo ramo dos imóveis sustentáveis.

Os imóveis sustentáveis começaram a tomar conta da paisagem e a cair no gosto dos novos proprietários e a despertar, mais e mais, o interesse de arquitetos e engenheiros ao redor do mundo todo. Por toda parte, tímidas iniciativas começaram a pulular e a levar a todos os cantos as “boas novas” de uma forma diferente de construir e de morar nas grandes cidades.

Assim, os imóveis sustentáveis se popularizaram nas grandes nações do mundo e acabaram por tomar de assalto os países em desenvolvimento; sendo rapidamente assimilados pelo empresariado local como uma forma clara e bem definida de gerar lucros e riquezas.

Para o público consumidor, os imóveis sustentáveis ainda são mais uma forma de economizarem-se nos pesados custos da energia elétrica e da água e esgoto do que propriamente vistos como a salvação do planeta. Contudo, essa visão simplista e dissociada da realidade vem mudando e, cada vez mais pessoas, começam a procurar imóveis sustentáveis para comprar não pela economia de uns poucos reais na conta de luz e de água; mas sim pelo enorme ganho na qualidade de vida e na perspectiva de estar contribuindo para um futuro melhor e mais garantido para as futuras gerações da humanidade.

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