Condomínios Sustentáveis: Investimento Ecologicamente Correto

O conceito de condomínios sustentáveis vem se popularizando em nosso país conforme cresce a consciência ecológica e os problemas e distúrbios climáticos se espalham pelo mundo manifestando-se com cada vez mais violência e freqüência. As preocupações de uma grande parcela da população só aumentam conforme notícias de eventos climáticos nunca antes vistos começam e espalhar-se pelo planeta e a assustar até os mais céticos críticos do aquecimento global.

Da mesma forma, o entendimento de que a água potável será um elemento raro e extremamente caro num futuro bem próximo, se nada for feito, e que muitos conflitos e guerras poderão vir a ser travadas pelo simples controle das fontes de água doce existentes ou remanescentes dá, muito bem, o real panorama do que pode vir a ser enfrentado pela raça humana num futuro não muito distante.

Assim, uma habitação que seja capaz de economizar recursos como água e energia e que seja capaz de reverter seus resíduos transformando-os em benefícios ou fontes de renda para si; é um conceito inovador e bem-vindo em qualquer sociedade minimamente preocupada com seu futuro e em garantir a sua continuidade. Por esses e outros fatores, cada vez mais empresários do ramo de construção civil vêm investindo na construção de condomínios sustentáveis com grande sucesso e obtendo lucros substanciais com a comercialização das unidades e “vendendo a idéia” da sustentabilidade.

O sucesso alcançado por esses pioneiros da construção de condomínios sustentáveis prova que esses empreendimentos sustentáveis possuem um grande atrativo para indivíduos de todas as classes sociais e com poder aquisitivo suficiente para garantir a compra, mesmo financiada, dessas unidades habitacionais. No entanto, curiosamente, ainda vemos com uma certa timidez a proliferação de condomínios sustentáveis em nossas cidades por fatores muito mais culturais do que econômicos.

As construtoras mais tradicionais ainda receiam em realizar investimentos de grande porte na criação de condomínios sustentáveis muito mais por preconceito e por desconhecimento do potencial mercadológico desses imóveis do que, propriamente, por razões econômicas. Achando que os ganhos de marketing e de fomento para as vendas não compensarão os investimentos realizados, essas construtoras ainda se mantêm presas ao “modo antigo” de construir. Contudo, conforme novos e arrojados empreendedores que erguerem estes projetos sustentáveis obtiverem sucesso comercial e mais e mais construtoras acabarão por lançar-se a esse mercado que tem tudo para tornar-se o padrão futuro de construção de moradias.

Os condomínios sustentáveis serão capazes de garantir uma correta e racional utilização de recursos naturais cada vez mais escassos e caros. Economizando dinheiro para seus moradores e garantindo ao planeta a possibilidade de recuperar-se de forma adequada para fazer frente ao consumo dos recursos necessário a manutenção das futuras gerações de habitantes do planeta. Garantindo um correto uso da água e sua reciclagem; a economia de energia elétrica e, conseqüentemente, dos recursos necessários a sua geração e transmissão; além de assegurar um destino correto para os resíduos e dejetos provenientes desses condomínios, essas construções representarão a “ponta de lança” do movimento de recuperação ambiental a longo e médio prazo.

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